Um galíneo olha para o galo
E pergunta-lhe quantas galinhas tem
O galo não vai baixo
Diz logo não tem ninguém
Um assasino assalta uma jovem
No cimo do 10º andar
A jovem não quer morrer
Por isso salta para se suicidar
Há um trânsito na estrada
O maior que já se viu
Um homem chega ao trabalho
e para não ser despedido, ele se despediu
A jogar á apanhada
Um gordo não apanha o magro
Para mostrar que é mais rápido
Estica o pé e dá-lhe uma cacetada
Um acidente de mota,
Fez um homem ficar com meio braço
Como isso era nojento
Cortou o outro á martelada
Numa luta de wrestling
Um dos tipos estava a perder
Como achava isso humilhante
Desistiu logo para o público aprender
Quando estou quase a acabar este poema
Sinto uma dor nos meus dedos neste sítio aqui
Mas tenho de acabá-lo
Por isso é melhor ficarmos por aqui
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Nem que...me separe de ti...
Nem que os barcos me levem
Nem que o vento me empate
Nem que me destruam o caminho
Nem que alguém me mate
Nem que a minha casa seja inundada
Devastada ou Detonada
Nem que perca o emprego
Nem que haja explosivos na estrada
Nem que tenha de ir de Helicóptero
Ou até num tanque
Se eu não chegar a ti
Não permitirei que uma ferida se estanque
Cortarei, cortarei
Se for preciso até matarei
Mas se te separares de mim
O que vou fazer, não sei!
Nem que o vento me empate
Nem que me destruam o caminho
Nem que alguém me mate
Nem que a minha casa seja inundada
Devastada ou Detonada
Nem que perca o emprego
Nem que haja explosivos na estrada
Nem que tenha de ir de Helicóptero
Ou até num tanque
Se eu não chegar a ti
Não permitirei que uma ferida se estanque
Cortarei, cortarei
Se for preciso até matarei
Mas se te separares de mim
O que vou fazer, não sei!
Subscrever:
Comentários (Atom)
